(¯`·._.· HELOÍSA ·._.·´¯)

Suas vivências: coerências e incoerências... sua viagem no Tempo presente, atravessando as pontes do passado.

Conterá Poesia, Prosa Poética e uma abordagem simplificada as diversas formas de ARTE.

Minha finalidade é aproveitar este *ESPAÇO* privilegiado, como veículo de comunicação,
para fazer isso mesmo: *COMUNICAÇÃO* e inter-acção entre quem escreve e quem lê e... vê:*VISITANTES DESTE ESPAÇO*

*PERDOEM A AUSÊNCIA DE ACENTOS*

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ASHERA Concurso de Poesia 2008

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(¯`·._) segunda-feira, novembro 08, 2004 (¯`·._)


***VERDES PASTAGENS DO SILENCIO***

**AS FOLHAS OUTONAIS**
"INVADEM AS VERDES PASTAGENS DO SILENCIO"
DISPERSANDO AO VENTO
OS SONS!
E A VOZ SE CALA NA GARGANTA E NO PEITO!
E... o SILENCIO
E' GRITARIA INTERIOR
SEM VOZ AUDIVEL
SEM "TONALIDADE POSSIVEL!...
.......................................
*MEUS QUERIDOS AMIGOS*
Eu VOS peco, que me perdoem a ausencia de "VOZ"
e, a nao "presenca" aqui, e, em VOSSAS "CASAS"!!!!

_Penso que a MAIORIA dos MEUS AMIGOS E LEITORES,
sabera', que esta' bem por dentro de MEU CORACAO!
_Sabem, suponho eu, que tem meu AFECTO_!
E, baseada nesse pressuposto (QUASE CERTEZA);
eu, vos peco:_PERDOAI MINHA AUSENCIA!!!

_ESTOU DESPIDA DE PALAVRAS E... QUASE, "DESNUDA" DE EMOCOES!
E... nao sei ESCREVER, POR ESCREVER!!!!!!!!!!!!
.................................................

_QUERO, AGRADECER VOSSO CARINHO IMENSO_!
Mas... nao me vou repetir, dizendo-VOS, o que ja' vos disse!

_O TEMPO E OS "DEUSES",
nao estao a meu favor!_*PRECISO DO TEMPO*! E... sei la'... se NECESSITO dos "DEUSES"!!!!???............
_ESSA, E' UMA INTERROGACAO, QUE ME PONHO COM FREQUENCIA_!

_Dentro de uma semana, duas... UM DIA, DOIS... nao sei!_MAS, IREI VOLTAR,
COM A MINHA "CONVERSA COM AS PALAVRAS". E... CONVOSCO!

_VOSSA AMIZADE E CARINHO
SAO-ME PRECIOSOS!_Atrevo-me, ate', a acrescentar:_INDISPENSAVEIS_! Por isso, VOLTAREI!
Mas... no momento... as "FOLHAS CAIDAS NO VERDE PRADO DO SILENCIO",
SAO MEU LEITO.
E MEU MANTO:
SOB A LUZ DAS ESTRELAS, OFUSCADAS PELO NEVAO:
_BRANCO E FRIO NEVAO_
COBRE O PRADO E QUEIMA AS PASTAGENS.
RESTANDO, APENAS, AS CINZAS DISPERSAS!...
_ATE', AS FOLHAS, LARANJA-AMARELO E, "VERDE-SECO-ACASTANHADO"
(DE OUTONAL COLORIDO)... SE PERDERAM!
SE DISPERSARAM!
SE DESFIZERAM!!!!!!!!!................
......................................


_MEU BEIJO!
_MEU RESPEITO! E
MEU CARINHO, POR TODOS PARA TODOS) VOS!!!
QUE, A *FELICIDADE* VOS VISITE! E... NAO TENHA PRESSA DE DEIXAR VOSSO "SOFA"_VOSSO CORACAO_!'!!!!!...........
*************************VOSSA,
HELOISA.
-------------------------
-------------------------


_OBRIGADA!
_DEIXO-VOS COM ESTA "LISTAGEM"! E, JUNTO COM ELA, FICA "PARTE" DO MEU CORACAO E... UM BOM "PEDACO", DA MINHA ALMA_!!!........
..........................................
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_QUE A POESIA VOS ENTERNECA E ALIMENTE_!



***Fernando Pessoa***
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**III - O Encoberto**
___________________________


*TERCEIRA PARTE / O ENCOBERTO*
_Pax in excelsis._
_______________________________


*I. OS SÍMBOLOS*
-------------------------


*PRIMEIRO / D. SEBASTIÃO*


'Sperai! Cai no areal e na hora adversa
Que Deus concede aos seus
Para o intervalo em que esteja a alma imersa
Em sonhos que são Deus.

Que importa o areal e a morte e a desventura
Se com Deus me guardei?
É O que eu me sonhei que eterno dura
É Esse que regressarei.


SEGUNDO / O QUINTO IMPÉRIO

Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa
Faça até mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar!

Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raiz
Ter por vida a sepultura.

Eras sobre eras se somem
No tempo que em eras vem.
Ser descontente é ser homem.
Que as forças cegas se domem
Pela visão que a alma tem!

E assim, passados os quatro
Tempos do ser que sonhou,
A terra será teatro
Do dia claro, que no atro
Da erma noite começou.

Grécia, Roma, Cristandade,
Europa — os quatro se vão
Para onde vai toda idade.
Quem vem viver a verdade
Que morreu D. Sebastião?


TERCEIRO / O DESEJADO

Onde quer que, entre sombras e dizeres,
Jazas, remoto, sente-te sonhado,
E ergue-te do fundo de não-seres
Para teu novo fado!

Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,
Mas já no auge da suprema prova,
A alma penitente do teu povo
À Eucaristia Nova.

Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,
Excalibur do Fim, em jeito tal
Que sua Luz ao mundo dividido
Revele o Santo Graal!


QUARTO / AS ILHAS AFORTUNADAS

Que voz vem no som das ondas
Que não é a voz do mar?
E a voz de alguém que nos fala,
Mas que, se escutarmos, cala,
Por ter havido escutar.

E só se, meio dormindo,
Sem saber de ouvir ouvimos
Que ela nos diz a esperança
A que, como uma criança
Dormente, a dormir sorrimos.

São ilhas afortunadas
São terras sem ter lugar,
Onde o Rei mora esperando.
Mas, se vamos despertando
Cala a voz. e há só o mar.


QUINTO / O ENCOBERTO

Que símbolo fecundo
Vem na aurora ansiosa?
Na Cruz Morta do Mundo
A Vida, que é a Rosa.

Que símbolo divino
Traz o dia já visto?
Na Cruz, que é o Destino,
A Rosa que é o Cristo.

Que símbolo final
Mostra o sol já desperto?
Na Cruz morta e fatal
A Rosa do Encoberto.


*II. OS AVISOS*
---------------------


PRIMEIRO / O BANDARRA

Sonhava, anônimo e disperso,
O Império por Deus mesmo visto,
Confuso como o Universo
E plebeu como Jesus Cristo.

Não foi nem santo nem herói,
Mas Deus sagrou com Seu sinal
Este, cujo coração foi
Não português, mas Portugal.


SEGUNDO / ANTÓNIO VIEIRA

O céu 'strela o azul e tem grandeza.
Este, que teve a fama e à glória tem,
Imperador da língua portuguesa,
Foi-nos um céu também.

No imenso espaço seu de meditar,
Constelado de forma e de visão,
Surge, prenúncio claro do luar,
El-Rei D. Sebastião.

Mas não, não é luar: é luz do etéreo.
É um dia, e, no céu amplo de desejo,
A madrugada irreal do Quinto Império
Doira as margens do Tejo.


TERCEIRO

'Screvo meu livro à beiramágoa.
Meu coração não tem que ter.
Tenho meus olhos quentes de água.
Só tu, Senhor, me dás viver.

Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a Hora?

Quando virás a ser o Cristo
De a quem morreu o falso Deus,
E a despertar do mal que existo
A Nova Terra e os Novos Céus?

Quando virás, ó Encoberto,
Sonho das eras português,
Tornar-me mais que o sopro incerto
De um grande anseio que Deus fez?

Ah, quando quererás voltando,
Fazer minha esperança amor?
Da névoa e da saudade quando?
Quando, meu Sonho e meu Senhor?


*III. OS TEMPOS*
---------------------


PRIMEIRO / NOITE

A nau de um deles tinha-se perdido
No mar indefinido.
O segundo pediu licença ao Rei
De, na fé e na lei
Da descoberta, ir em procura
Do irmão no mar sem fim e a névoa escura.

Tempo foi. Nem primeiro nem segundo
Volveu do fim profundo
Do mar ignoto à pátria por quem dera
O enigma que fizera.
Então o terceiro a El-Rei rogou
Licença de os buscar, e El-Rei negou.

Como a um cativo, o ouvem a passar
Os servos do solar.
E, quando o vêem, vêem a figura
Da febre e da amargura,
Com fixos olhos rasos de ânsia
Fitando a proibida azul distância.

Senhor, os dois irmãos do nosso Nome
— O Poder e o Renome —

Ambos se foram pelo mar da idade
À tua eternidade;
E com eles de nós se foi
O que faz a alma poder ser de herói.
Queremos ir buscá-los, desta vil
Nossa prisão servil:
É a busca de quem somos, na distância
De nós; e, em febre de ânsia,
A Deus as mãos alçamos.
Mas Deus não dá licença que partamos.


SEGUNDO / TORMENTA

Que jaz no abismo sob o mar que se ergue?
Nós, Portugal, o poder ser.
Que inquietação do fundo nos soergue?
O desejar poder querer.

Isto, e o mistério de que a noite é o fausto...
Mas súbito, onde o vento ruge,
O relâmpago, farol de Deus, um hausto
Brilha e o mar 'scuro 'struge.


TERCEIRO / CALMA

Que costa é que as ondas contam
E se não pode encontrar
Por mais naus que haja no mar?
O que é que as ondas encontram
E nunca se vê surgindo?
Este som de o mar praiar
Onde é que está existindo?

lha próxima e remota,
Que nos ouvidos persiste,
Para a vista não existe.
Que nau, que armada, que frota
Pode encontrar o caminho
A praia onde o mar insiste,
Se à vista o mar é sozinho?

Haverá rasgões no espaço
Que dêem para outro lado,
E que, um deles encontrado,
Aqui, onde há só sargaço,
Surja uma ilha velada,
O país afortunado
Que guarda o Rei desterrado
Em sua vida encantada?


QUARTO / ANTEMANHÃ

O mostrengo que está no fim do mar
Veio das trevas a procurar
A madrugada do novo dia
Do novo dia sem acabar
E disse: Quem é que dorme a lembrar
Que desvendou o Segundo Mundo
Nem o Terceiro quere desvendar?

E o som na treva de ele rodar
Faz mau o sono, triste o sonhar,
Rodou e foi-se o mostrengo servo
Que seu senhor veio aqui buscar.
Que veio aqui seu senhor chamar —
Chamar Aquele que está dormindo
E foi outrora Senhor do Mar.


QUINTO / NEVOEIRO

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer —
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo-fátuo encerra.

Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...


É a Hora!

Valete, Frates.


Fim
de "Mensagem"



* * * * * * * * * * * * * * * * * * *
(in Jornal de Poesia.)
------------------------------------





*************************************

***Maria Azenha***
*****************************



**Verdes serenos verdes**
________________________________


verdes perfis
serenas estradas
rotas
palavras que dormem como barcos
pela metade das casas


brancas mágicas
suspensas
por asas.


palavras miraculosas
que
nos chamam devagar


palavras -diamantes
ru-
mo
rosas


num amplexo de ar



*******************************
(in Jornal de Poesia)
*******************************



***Poema sem palavras***
______________________________



não tenho palavras
estou tão perto do silêncio
aqui
não há voz falada
nem palavra onde
me sente

sou um segredo vivo
ao espelho
escrito muito antes de o escrever

uma pequena luz semeada ao vento
para enviar sinais para o outro
mundo

nada mais
tão natural é eu ter adormecido

olha
as estrelas acenderam-se

e eu respondo talvez



(maria azenha)
**************************
(in Arde o AZUL3)
**************************

_PERDOE QUERIDA AMIGA,
"ROUBA'_LO"!...
MAS... ESTA, E' UMA FORMA DE *ABRACA'_LA"!_SEM PALAVRAS (BRACOS!...)MINHAS:
_AS SUAS... *ACENDEM ESTRELAS*,DAQUELAS, QUE BRILHAM MESMO_!!!!!!!!

_FIQUE BEM_!

_FIQUEM BEM, MEUS AMIGOS *POETAS* (OS QUE A ESCREVEM E... OS QUE A LEIEM! MESMO, QUANDO "ELA", *A POESIA*, ANDA "PARAMENTADA" DE *PROSA*)!!!!!!!!!........

_AGORA "VOU"!
_FICA A SAUDADE_!....

_H.
--------------------------------
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~PS:
MEUS AMIGOS, POR ALGUMA "AZELHICE" MINHA, NAO CONSIGO FAZER OS "LINKS"!
FICA A LISTA! E, TODOS ESTAO NO ESPACO DE COMENTARIOS!
(Nao percebo, e' o que nao sei fazer!)
_PERDOEM, MAIS ESTA "BURRICE"!
ABRACO!!!!!!!!!!!!
Heloisa.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~










Escrito por Heloísa às 6:14:00 da tarde.

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