(¯`·._.· HELOÍSA ·._.·´¯)

Suas vivências: coerências e incoerências... sua viagem no Tempo presente, atravessando as pontes do passado.

Conterá Poesia, Prosa Poética e uma abordagem simplificada as diversas formas de ARTE.

Minha finalidade é aproveitar este *ESPAÇO* privilegiado, como veículo de comunicação,
para fazer isso mesmo: *COMUNICAÇÃO* e inter-acção entre quem escreve e quem lê e... vê:*VISITANTES DESTE ESPAÇO*

*PERDOEM A AUSÊNCIA DE ACENTOS*

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(¯`·._) domingo, fevereiro 06, 2005 (¯`·._)


Brincando com o Tempo Desafiando o Tempo

*Nao sei se, sou eu que O desafio, se ELE, me desafia a mim!(?)*
******************************************************
Eu e o Tempo, ha' muito que andamos de "candeias as avessas"!
Eu exijo dele, que satisfaca as minhas necessidades e "caprichos"!
*Ele*, rebela-se, porque se sente ferido nos seus brios de SENHOR_PODEROSO E DITADOR_!!!

Entao, "volta que nao volta", temos grandes discussoes e "amuos"!!!!
Eu, por vezes, tenho a pretensao de sair vitoriosa!_Ai' vou eu, embandeirando "sucessos e vitorias"!E, faco com "Ele" o jogo de "cabra-cega":QUEM ME AGARRA!???_TU, NAO! *SR TEMPO*, UFANO E REZINGAO!!!!!!!.........

Contudo, meus "Louros de Gloria", rapidamente esmorecem, fenecem e jazem caidos no Jardim da minha Esperanca!.......

_"Tempos" depois, apos descansar da "refrega e da "perca"... ganho outra vez forcas, limpo e lustro as "armas" e, ai' vou eu para nova batalha, contra esse "Vil Ditador"_*Senhor do Mundo* e dos pertences dele_!
_Batalha renhida, sem desfalecimentos: golpe aqui, arranhao ali...
"perco um "membro", coloco uma "protese"! perco o "coracao", remendo com uma "emocao"!... Enfim, nao quero desfalecer, nao me quero dar por vencida. Mas, a luta e' desigual e o "GIGANTE", depressa toca as trombetas da Vitoria"!...
Entao, eu, despojada e sem gloria, volto ao meu "castelo de portas remendadas", com pedacos de "serapilheira", porque a "madeira" e' um bem valioso e "raro", nas florestas de meu "feudo"!!!!!!!

_Presto vassalagem ao "Senhor"!
_ "Ferida e maltrapilha", prometo obediencia ao "Tirano"! Mas, nao o faco de livre vontade e expontaneo coracao: faco-o, sobre a "pressao ameacadora",DO SENHOR DA VIDA!
_DO SENHOR DO ANTES E DEPOIS_!!!!!!!!.....

_Recolho os destrocos das armas, junto as migalhas, limpo o suor, remendo as vestes e... sento-me a olhar o SOL!!!!!!!!!!!
Penso, que eu penso... que o *SOL*, e' o SEHOR DO TEMPO!(???)_SEU AMO E SENHOR!
Cogito, entao, fazer Dele (esse poderoso ASTRO-REI) meu aliado!_Tento conquista'-LO!....
_Tentativa va e louca!_*ELE* o *REI ASTRO*, ja' foi "Seduzido" e tem como aliada, a bem-amada e apaixonda *LUA*!!!
As outras Estrelas e, demais "Corpos Celestiais", dao o seu voto e formam a "Corte" deste *PAR REAL*! e, velam ante os "aposentos reais e celestiais",
onde SOL E LUA se "encantam" e se Amam, ao som melodioso das "Harpas" e "Violinos"!
_O MAR E SUAS ONDAS FAZEM CORO_!
_O *TEMPO*, ASSISTE E PERSISTE NA SUA TIRANIA_!!!!!
_Eu, fecho os Olhos, as Portas, as Janelas e a ALMA!!!
_O "TEMPO" OBTEVE MAIS UMA VITORIA_!!!.......
********************************
---------------------------------------

_Meus Queridos Amigos, falta-me de facto ,o "tempo", para Vos dedicar e me deliciar com Vossas Palavras!
_Venho aqui, Agradecer algumas, das que me OFERECEIS_!
_Deixo-Vos o Meu Obrigada e o meu Abraco!

Vossa,Heloisa.
--------------------------
(Tenho continuado a tentar, colocar aqui os Links, de Todos os que ,gentilmente, e com amizade e Carinho me visitam. Mas, minha absurda
falta de conhecimento, imaginacao e habilidade, nao mo consentem!
_Aguardo que minha filha disponha de algum tempo para me ajudar!).
------------------------------
------------------------------

*UM POUCO DE POESIA*
*************************
*MARIA AZENHA*
_______________


*ESTE É UM TEMPO DE TERROR*
__________________________

este é um tempo de terror
um tempo de máscaras
um tempo de Príncipes sem coroa

os navios partiram
nunca mais regressaram

hoje
ao som de guerras
os homens
esfomeados

comem no deserto ervas

de que valeram
todas estas gerações angélicas
para a construção da Alma?

vivemos sem dúvida
um tempo de horror
um tempo de máscaras

um tempo de bolor

A Terra,
um lugar desformatado,
feio
esférico

sem pessoas,

nem jardins para o Amor

***************************
-----------------------------------
***************************Do Site de MARIA AZENHA*
Neste endereco:
http://www.geocities.com/rogelsamuel/azenha2002.html

*HELBERTO HELDER*
************************

*AS MUSAS CEGAS VIII*
__________________

Ignoro quem dorme, a minha boca ressoa.
Despedir-se dos meses é uma nova tarefa, um ofício
inquieto. Às vezes na noite
veja as casas pequenas, as rosas que se voltam
para o subterrâneo e subtil
ruído da seiva. Penso nas mulheres
de pálpebras descidas, no seu espírito
expansivo querepousa. Nas crianças que
enlouquecem
silenciosamente dentro da sua inocência.

Às vezes na noite ainda jovem, mas
que principia a engolfar-se no seu doce
hermetismo - tantas vezes
penso na chuva, e nos corpos, e nas pontes onde
se encontra alguém
com as cegas mãos escorrendo para o fundo
o sangue de uma imensa
inspiração. Eu sei: despedir-se dos meses
é um ofício inquieto.

As luzes, as mesas, as armas antigas, os jardins debruçados
nas violas paradas. Não sei o que há
tão veloz e tão firme
na base de um homem. Às vezes vejo
que é uma invencível doçura, um espanto
colorido em redor de uma casa, uma raiva
generosa nas mãos iluminadas.
Mas no fundo, no fundo,
é a boca desmanchada que sangra devagar.
Ignoro quem dorme, é um ofício novo e louco,
uma tarefa perene do coração
sobre quanto se ignora. Minha boca ressoa.
Os próprios meses ressoam com espelhos ardentes,
como telhados, cúpulas, livros,
como objectos ardentes.

Sobre um rosto eu diria: é um rosto? Sobre
uma vida eu perguntaria se era
a força de uma vida. Porque os ossos e as veias
vão de corpo para corpo,
e despedir-se de tudo é um ofício inquieto.
Tudo isto é uma musa, um poder, uma pungente
sabedoria. As rosas que há
nas palavras, as palavras que estão
no alto como fungos luminosos, as palavras
que gravitam em baixo
no instável momento que avança e recua
ao pé da eternidade - as mãos
rodeando uma lâmpada, essas mãos
docemente cobertas de sangue - tudo isso
disposto para a inquietação de um ofício.

Eu sei: as vigas da cabeça estremecem um pouco.
Partem-se, aqui e ali,
alguns arcos secundários. Uma vida pode tremer
do princípio ao fim. É instantâneo,
eterno. Mas é o homem
que recebe a inspiração violenta.
Ignore quem dorme, a minha boca está no fundo,
móvel, coberta de sangue, a minha
boca ressoa como as cavernas de um barco,
a minha boca da minha vida
é um ofício. O meu ofício de despedir-me
um pouco engolfado na loucura.
A minha tarefa inquieta de pôr a vida
na sua oculta loucura.

Tudo isto canta na galeria dos meses
ornados de delgados mastros
acesos. E despedir-se dia a dia
desta torrente de pequenas imagens alucinadas e mansas
é um mester ainda jovem,
algo que se aprende lentamente com as mãos
e a garganta e a testa
e o marulho das águas que correm profundamente
em lugares inacessíveis,
sem nomes nem janelas por onde surja a cabeça
coroada de violinos.
É um violento ofício, e no fundo desse ofício
violento e puro,
a boca está coberta de um perturbado sangue
masculino.
**********************
----------------------------NO TRIPLOV
Neste endereco:
http://www.triplov.com/herberto_helder/musas_cegas/pages/doppler_08.htm

Este e' um EXCELENTE SITE, para os amantes de POESIA de LITERATURA em geral!
------------------------------
_Voltarei a estes Autores!
-----------------------------
FIQUEM BEM!
~~~~~~~~~~~~~~~~~





************************


Escrito por Heloísa às 4:15:00 da manhã.

1 Comments:

At domingo, 06 março, 2005, Blogger heloisa said...

Teste.

 

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